VIVER PARA SENTIR OU SENTIR PARA VIVER?

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Sempre falamos que as marcas são feitas, construídas, por meio da percepção dos consumidores. Com a experiência adquirida, a primeira degustação, sensação, emoção, nos faz trilhar o caminho da percepção.

“- Eu sinto que é gostoso…. é bem macio….. que frio na barriga…!” E por aí vai. São sensações, misturado com sentimentos, que nos remetem ao prazer, no tiram um sorriso do rosto ou até então, o contrário. Dá raiva, antipatia e até mesmo vergonha, em alguns casos!

E a comunicação faz parte deste “viver”, desta experiência da marca. A gente quer conhecer, porque viu na TV, nas redes sociais, ouviu alguém falar, passou no metrô e apareceu na porta da faculdade. Essa é a visibilidade latejando em nosso cérebro. Sendo ela apenas possível por meio da comunicação. E esta, por sua vez, sendo desbravada pela percepção e finalizando o ciclo com a experiência.

Eu vejo, eu percebo, eu sinto, eu vivo! Nesta ordem!

Estamos próximos ao dia dos namorados. No Brasil, diferente da maioria do resto do mundo, a data foi criada para preencher o vazio do comércio nesta época do ano. Empresas e marcas, se esforçam para se destacar em serem o alvo do consumo que lateja entre os pares românticos.

“Fomos viajar juntos, e eu ganhei um IPhone!”

“Fomos jantar e ela me deu um Nike!”

“Nossa comemoração foi simples, fomos ao cinema e ela me deu um perfume do Boticário!”

Simples assim, as marcas estão por todos os lados, fazem parte da nossa vida, da nossa experiência. A gente quer comemorar o amor, mas a experiência das marcas e seus produtos permeiam nossas vidas. Seja em um dia comemorativo, seja em qualquer outro dia.

Vivemos para sentir, as marcas. E sentimos para viver, as marcas.

Mas e a comunicação? Onde fica nesta história? Como eu disse antes, agora com uma pequena correção:

Eu vejo (as marcas), eu percebo (as marcas), eu sinto (as marcas) e eu VIVO (as marcas). Nesta ordem!

Carla Tunkel
Marketing Tree Comunicação